Resenhas

Citados em mais de mil trabalhos acadêmicos pelo Google Academic em língua portuguesa, entre monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado, os 5 livros propõem um referencial teórico sobre Jornalismo Online. Além desses, Pollyana está presente em outros 12 livros específicos sobre Jornalismo e Mídias Sociais. Os livros estão disponíveis para compra na versão impressa e digital no site e lojas da Livraria Cultura.

 

A força da Mídia Social

Capa_2 Como entender a constelação de relacionamentos, sentimentos, informações e desejos que circulam em fluxos nas mídias sociais? As divagações (wandering) podem ser percebidas nas postagens do Facebook, nos grupos do WhatsApp, nos blogs, ou em tuites de 140 caracteres. No livro “A força da Mídia Social” (2 edição) recorremos à filosofia, à cognição, à tecnologia da informação e à sociologia para tentar mapear essa narrativa orgânica e remixada. Em constante mutação, ela carrega a mudança social como uma textura. A sociedade mudou e a comunicação é um agente fundamental para construção de memória e sentido nesse novo contexto social. Por ora, teremos como comunicadores, de nos concentrar em propor melhorias para promover o uso da não-linearidade, cuja cognição ocorrerá conforme a bagagem cultural e sígnica de cada leitor. Link para editora

 

 


 

 

02

Jornalismo Digital

Embora muitas vezes relegado a segundo plano pelos veículos de comunicação costuma ser uma das primeiras vítimas de cortes de pessoal e reduções de custos , o jornalismo cultural continua entre os preferidos do público e ganha cada vez mais status entre os jovens que pretendem seguir a profissão de jornalista. Praticá-lo, no entanto, é muito mais do que emitir opiniões sobre filmes, livros, peças de teatro e novelas. é um exercício constante de aprimoramento e busca pela informação. Este livro descreve a fascinante trajetória do jornalismo cultural e dá orientações preciosas a quem se dispuser a produzi-lo.

 

 


 

 

03

Hipertexto, Hipermídia

O que muda na postura e no dia-a-dia do profissional da informação na era digital? Quem é o novo profissional da comunicação e quais meios ele possui? Hipertexto, hipermídia desvenda as representações, os processos e os modos de disseminação do conhecimento a partir do computador pessoal, do notebook, do palm, do celular, entre muitas outras possibilidades. Ao cidadão ávido por informação bem apurada, o suporte importa muito menos que ter a notícia ao alcance das mãos, onde e quando precisar. E, de preferência, com um grau de interatividade impensável há poucos anos. Na era digital, tanto o acesso à informação quanto a relação do público com ela está mudando rapidamente. Este livro se propõe a mostrar o novo, o que está sendo pensado pelos pesquisadores e jornalistas que vivenciam a hipermídia. Por isso, é uma obra imperdível para alunos e professores da área de comunicação em geral e, especialmente, de jornalismo.

 

 


 

 

04

Jornalismo & Mídias Digitais

O livro traz artigos sobre jornalismo mobile, métricas, usabilidade, webwriting e outros temas relacionados. O time de autores tem feras como Paulo Henrique Ferreira, gerente executivo de mídias digitais do Grupo LANCE!; Mario Lima Cavalcanti, fundador do site Jornalistas da Web; e Luciano Miranda, doutor em ciência política (UFRGS) e mestre em comunicação e informação (UFRGS). Pollyana Ferrari, doutora em ciência da comunicação e professora da PUCSP, PUCRS, entre outros autores. Uma coletânea de artigos de acadêmicos e profissionais de mercado sobre as diversas formas de se praticar jornalismo digital.

 

 


 

 

Capa No Tempo das telas altaNo tempo das telas

O livro No tempo das telas: reconfigurando a comunicação é um thriller científico, com personagens ficcionais que vivenciam experiências reais do nosso dia a dia conectado onde suas interrelações mediadas por telas acabam se tornando uma espécie de rizoma deleuziano, mas sem o peso didático. São cenas baseadas em fatos reais ou mesmo ficcionais, em coisas que aconteceram em parte com nós mesmos ou amigos, amigos de amigos, pedaços de diálogos entreouvidos na rua, enfim, o mundo multifacetado como ele é hoje. “Propomos mapear nossa relação diária com as telas, sejam de celulares, laptops, tablets e outros dispositivos. E como o uso de aplicativos como Twitter, WhatsApp, Facebook, Instagram e milhares de APPs  vem mudando a forma das pessoas se comunicarem e por consequência a Comunicação”, diz Pollyana Ferrari.

A sociedade informacional, vislumbrada por Castells, tornou-se mais flexível, remixada e cheia de camadas do que pensávamos no final do século XX. “É uma mistura do tempo líquido proposto por Bauman com as experimentações técnicas de Manovich e sócio-antropológicas de Latour. Transitar torna-se, na nossa opinião, a melhor bússola desta primeira metade do século XXI”, explica Fabio Fernandes. Tudo virou de cabeça pra baixo e a Comunicação é um agente fundamental para construção de memória e sentido nesse novo contexto social. “Como comunicadores, devemos nos concentrar em propor melhorias para promover o uso da não-linearidade, cuja cognição ocorrerá conforme a bagagem cultural e sígnica de cada leitor”, ensinam Pollyana e Fabio.

Para ler mais sobre o tema, confira o blog do livro.

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